• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2024-2025
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias O boicote à Bienal de 1969

12 jun 2013

O boicote à Bienal de 1969

Como os cartunistas da época driblaram a censura para falar do boicote à 10ª edição edição do evento


Charge de Mino. A Tribuna (10 de outubro de 1969)

Ciccillo Matarazzo tinha grandes planos para a 10ª Bienal de 1969. Ele queria que a edição, que encerraria a segunda década da mostra, fosse tão grandiosa e marcante quanto a 2ª Bienal de São Paulo, quando a cidade comemorava seus 400 anos (1953/54). No entanto, a 10ª Bienal marcou um dos momentos mais críticos enfrentados pela mostra e o início de um longo período de declínio que se estendeu por quase toda a década de 1970 – e que reflete na escassez de documentações do acervo da Bienal relacionadas a este período.

A conjuntura política agressiva instalada pelo golpe militar de 1964 e a censura às obras de arte e à liberdade de criação no Brasil fizeram com que houvesse uma crise tanto interna quanto externa na Fundação Bienal. Essa última veio em forma de protesto: um grupo de artistas e críticos de arte decidiu promover um boicote à 10ª Bienal, em movimento que estendeu-se a outros países, muitos dos quais cancelaram suas participações mesmo quando as obras já haviam chegado ao edifício. Um grande vazio se instalou no espaço expositivo na edição que ficou conhecida como a “Bienal do Boicote”.

A documentação da 10ª Bienal apresenta registros sobre um concurso de charges promovido pela Fundação, uma tentativa dos cartunistas da época de driblar a censura ao falar do boicote:


Cartum por Messias. A Gazeta Esportiva (28 de outubro de 1969)

Charge por Biganti. O Estado de S. Paulo (17 de outubro de 1969)

Charge por Biganti. O Estado de S. Paulo (13 de novembro de 1969)

Charge de Mino. A Tribuna (8 de outubro de 1969)

Charge de Messias. A Gazeta Esportiva (16 de outubro de 1969)

Charge de Mino. A Tribuna (7 de outubro de 1969)

Leia também


Acessar +bienal
Vista de catástrofe orquestra #1 (Ato I), de Antonio Társis, na 36ª Bienal de São Paulo© Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas17 set 2026

Catástrofe orquestra: entrevista com Antonio Társis

Um estrondo é causado quando um pêndulo de carvão despenca sobre um tambor. Entre outros fios de carvão e tambores, uma orquestra de materialidades se apresenta em forma de sons e painéis feitos de caixas de fósforo recicladas. Da colisão entre materiais e acontecimentos históricos nasce catástrofe orquestra #1 (Ato I), obra de Antonio Társis criada especialmente para a 36ª Bienal de São Paulo. A obra agora integra a mostra itinerante da Bienal no Chile. Leia o depoimento do artista.

Saber mais
Foto em preto e branco de uma mulher usando roupas de estudante na década de 1950 mexendo em uma escultura de figura humana.
Aracy Amaral junto à obra "Figura que Anda", de Pericle Fazzini, durante a I Bienal de São Paulo, em 1951.Foto: Autor não identificado
Notícias15 set 2026

Fundação Bienal de São Paulo relembra Aracy Amaral

A Fundação Bienal de São Paulo lamenta profundamente a morte de Aracy Amaral (São Paulo, 1930–2026), aos 96 anos. Crítica, historiadora, curadora, professora e uma das mais importantes intelectuais da história da arte brasileira, Aracy Amaral dedicou sua vida à pesquisa, à reflexão e à construção de um campo artístico atento às relações entre Brasil, América Latina e o mundo.

Saber mais
Pessoas reunidas assistindo uma palestra com cinco palestrantes
Registro da ativação Sertão em nós: Reverberações do programa de residência artística do Sertão Negro durante a 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias17 ago 2026

Museu Vassouras recebe obra do Instituto Sertão Negro apresentada na 36ª Bienal de São Paulo

Pela primeira vez, integrantes dos quilombos Kalunga e São José da Serra constroem juntos a obra Sertões; concomitantemente, o museu inaugura Vozes do Vale, com Luiz Zerbini, Minerva Cuevas e Rose Afefé.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar