• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2024-2025
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias Lançadeiras de tear, trilhas de guerra

15 set 2014

Lançadeiras de tear, trilhas de guerra

2009-

Ines Doujak e John Barker

O ponto de partida do projeto de pesquisa artística em curso, Loomshuttles, Warpaths [Lançadeiras de tear, trilhas de guerra], é uma coleção de têxteis da região andina confeccionados durante um período de 35 anos. Ela inclui tecidos e roupas antigos e modernos, de produção manual e industrial, tanto com fibras naturais como sintéticas, e múltiplas técnicas. Dessa pesquisa, dois “capítulos” emergiram.

Um é uma linha de moda chamada Haute Couture / Not Dressed for Conquering [Alta costura / Não vestido para conquistar] – um título que faz eco à resposta “casual” que os mendigos de Lima deram, em 1619, à demanda dos invasores espanhóis de que eles deviam trabalhar em vez de pedir dinheiro. A linha envolve tecidos estampados temáticos e também contém a padronagem para artigos específicos, como camisas e bolsas, que por sua vez são enriquecidos por outras mídias: canções, esculturas, textos, filmes ou performances. Inclui dois tecidos em torno das ideias de carnaval e transporte, que serão apresentados na 31ª Bienal.

O segundo capítulo é o Eccentric Archive [Arquivo excêntrico] – excêntrico no sentido literal de estar fora de centro, tanto em sua composição como em seu movimento. Ele segue a trajetória criada pela invasão colonial das Américas, de forma que os seus itens estão ligados à história globalizada e às realidades atuais de produção e consumo de tecidos e roupas. O arquivo consiste em colagens de cartazes com descrições dos itens da coleção e respostas a cada um deles dadas por vários artistas e escritores convidados. Ele é completado por duas seções adicionais com datas e nomes de tecidos ou cores que são anunciados nos cartazes. Enquanto as datas se referem às lutas permanentes dos trabalhadores nas indústrias têxteis e à rebelião por meio do estilo de vestuário ao longo dos últimos seiscentos anos, os tecidos e cores mostram em que medida os têxteis e corantes estiveram e ainda estão emaranhados com a história imperialista. – ID/JB

Leia também


Acessar +bienal
Vista de catástrofe orquestra #1 (Ato I), de Antonio Társis, na 36ª Bienal de São Paulo© Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas17 set 2026

Catástrofe orquestra: entrevista com Antonio Társis

Um estrondo é causado quando um pêndulo de carvão despenca sobre um tambor. Entre outros fios de carvão e tambores, uma orquestra de materialidades se apresenta em forma de sons e painéis feitos de caixas de fósforo recicladas. Da colisão entre materiais e acontecimentos históricos nasce catástrofe orquestra #1 (Ato I), obra de Antonio Társis criada especialmente para a 36ª Bienal de São Paulo. A obra agora integra a mostra itinerante da Bienal no Chile. Leia o depoimento do artista.

Saber mais
Foto em preto e branco de uma mulher usando roupas de estudante na década de 1950 mexendo em uma escultura de figura humana.
Aracy Amaral junto à obra "Figura que Anda", de Pericle Fazzini, durante a I Bienal de São Paulo, em 1951.Foto: Autor não identificado
Notícias15 set 2026

Fundação Bienal de São Paulo relembra Aracy Amaral

A Fundação Bienal de São Paulo lamenta profundamente a morte de Aracy Amaral (São Paulo, 1930–2026), aos 96 anos. Crítica, historiadora, curadora, professora e uma das mais importantes intelectuais da história da arte brasileira, Aracy Amaral dedicou sua vida à pesquisa, à reflexão e à construção de um campo artístico atento às relações entre Brasil, América Latina e o mundo.

Saber mais
Pessoas reunidas assistindo uma palestra com cinco palestrantes
Registro da ativação Sertão em nós: Reverberações do programa de residência artística do Sertão Negro durante a 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias17 ago 2026

Museu Vassouras recebe obra do Instituto Sertão Negro apresentada na 36ª Bienal de São Paulo

Pela primeira vez, integrantes dos quilombos Kalunga e São José da Serra constroem juntos a obra Sertões; concomitantemente, o museu inaugura Vozes do Vale, com Luiz Zerbini, Minerva Cuevas e Rose Afefé.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar