Muro como suporte: o Templo de Oxalá de Rubem Valentim
O pesquisador Bruno Pinheiro revisita a emblemática instalação apresentada por Rubem Valentim na 14ª Bienal de São Paulo, em 1977, e analisa como a obra articula espiritualidade afro-brasileira, geometria sagrada e arquitetura modernista, projetando um espaço de resistência e reflexão que ganha nova força com sua remontagem na 35ª Bienal.